Os contos do Vinicius lembram o início do filme Forrest Gump, quando através de uma pena descendo levemente do céu prenunciam uma história humana.
Ciranda dos sentimentos humanos. Amor, paixões, relacionamentos narrados de formas sutis.
Essa delicadeza rara, como o deslizar de câmera, lentamente, nas paisagens entre olhares, audições, toques, atitudes, abraços e beijos apaixonados.
Não sei se hoje ainda existem amores como em seus contos.
Mas acredito que essas canções amorosas em formato de contos, que tocam em cada palavra de seu coração faz um bem danado como a intensidade de um sentimento verdadeiro.
São contos alados.
E neles os encontros são inesquecíveis.
Boa leitura
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